Prefeitos do interior podem ser presos

Uma operação investigatória ainda em andamento no Amazonas, pela Polícia Federal pode ser deflagrada nos próximos dias, em vários municípios em que os prefeitos estão sendo investigados e alguns deles poderão ser presos, segundo relatos em um vídeo publicado na manhã desta quarta-feira (12) no “Portal do Zacarias” o jornalista âncora relata que, os acusadas de envolvimento com desvio de verbas públicas federal na saúde e educação repassadas aos municípios, serão presos sumariamente.
A operação ainda não batizada, deve alertar gestores do estado a ficarem atentos, para não desviarem condutas de responsabilidade fiscal. Denúncias de falcatruas, apropriação de verba pública, falsificação de documentos licitatórios, empresas sem origem física, em endereços inexistentes e uma série de crimes fiscais, devem levar vários prefeitos do Amazonas pra cadeia.
A PF apura irregularidades vários municípios do interior. Um montante milionário foi desviado de verbas públicas da União, repassadas aos Municípios por meio de Convênios, Fundos ou Planos Nacionais, destinadas à aquisição de medicamentos, merenda escolar e execução de obras públicas através da manipulação de concorrências.
Notas fiscais frias
As investigações em curso tiveram início a partir de denúncias oriundas dos municípios sobre possíveis crimes relacionados a procedimentos licitatórios envolvendo empresas fantasmas, que só existem no papel e fotos de fachadas, mas que não correspondem a realidade dos fatos
A grande maioria das empresas teriam como atividades o fornecimento de merenda escolar. No entanto, as investigações constataram que contando com o auxílio de outros empresários, foram diversificados os ramos para o fornecimento de medicamentos e obras públicas.
Foi revelada nos bastidores a atuação de grupos organizados empresariais e a “divisão de mercados” a partir de licitações “montadas”, utilização de notas fiscais frias ou mesmo pelo superfaturamento dos preços praticados pelas empresas investigadas. Em alguns casos constatou-se que sequer ocorria a entrega dos produtos contratados.
Texto: Chaguinha/Acrítica de Humaitá
12/06/2019

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