POLÍCIA FEDERAL É ESPERADA PARA APURAR ASSASSINATO DE CHICO PERNAMBUCO EM CANDEIAS DO JAMARI

O parlamentar, apesar de um deles ter composto a base aliada do ex-prefeito Dinho, tio do deputado federal, Lindomar Garçon [ex-PMDB e agora, no PRB], disse a fonte, ‘Chico não merecia morrer com todo esse requinte de violência’, assim como nenhum ser humano, ele aduziu.
  1. Porto Velho, Rondônia – Após a polêmica do suposto seqüestro de uma ex-Primeira Dama, a renúncia do ex-prefeito Francisco Sobreira [O Careca], da derrota fragorosa do ex-prefeito Dinho de Souza a deputado e agora, a execução do prefeito ‘Chico Pernambuco’, Candeias do Jamari, pode inaugurar um novo ciclo político.

Esse novo ciclo [?] é o da calmaria sobre o suposto desdobramento das investigações do caso que abalou a sociedade candeense e ainda repercute em todo o Estado. O crime, com características de execução, coloca em xeque o sistema de segurança municipal, segundo vereadores que tiveram a identidade preservada por este site.

O parlamentar, apesar de um deles ter composto a base aliada do ex-prefeito Dinho, tio do deputado federal, Lindomar Garçon [ex-PMDB e agora, no PRB], disse a fonte, ‘Chico não merecia morrer com todo esse requinte de violência’, assim como nenhum ser humano, ele aduziu.

A execução do prefeito reabre o leque da suposta sucessão dentro e fora do grupo que já domina a política local por mais de duas décadas e meia em Candeias. E aflora o questionamento em cima das instituições, segundo um antropólogo consultado, ‘uma cidade tão pequena, a apenas 20 quilômetros da Capital, seja palco de tantos escândalos’.

Este site tentou ouvir vereadores ligados ao prefeito assassinado e aos que, agora, tentam formar nova base aliada, mas nenhum deles comenta o assunto mais profundamente. As evasivas podem ser interpretadas, segundo o advogado José Ricardo da Costa, ‘como se a lei do silêncio tivesse sido implantada, por lá’.

De acordo com analistas sérios e responsáveis ouvidos por este site de notícia, ‘Chico fora executado com requinte de violência suprema, como parte de uma possível conspiração política mando de facções políticas e milicianas’. O crime, se apurado pela Polícia Federal, tendo sido Chico Pernambuco uma autoridade pública, ‘poderá abrir de vez a suposta caixa-preta da política candeense dos últimos 25 anos’.

Candeias do Jamari, na situação atual, segundo os analistas – entre eles figura um advogado filho de um ex-delegado da Polícia Civil – ‘Chico auditava a folha de pagamento e as grades de pendências das ex-gestões com fornecedores’, sobretudo de gêneros alimentícios, obras, medicamentos e combustíveis’.

– De certo, o medo dos auditados, entre os quais, comissionados e fornecedores sem notas de empenho, tenham se sentidos ameaçados aduziram os mesmos analistas.

Segundo a análise de um antropólogo rondoniense acreditado nesta Capital, ‘a balbúrdia se instalou em Candeias ainda nos anos 90, quando as dívidas municipais viraram uma gigantesca bola de neve’. Segundo a fonte, ‘se estendeu a partir das gestões Dinho de Souza e Júnior Silva’ e paradas na de Chico Pernambuco’.

Dados de hoje, obtidos por este site de notícias através de consultas à fontes da Associação Rondoniense de Municípios [ARON], Tribunal de Contas e outros  órgãos de controle, estima-se que o Município de Candeias deva em média R$ 21 milhões. Desse volume, ‘R$ 7 milhões apenas à Previdência Social’.

Em meio ao caos político e social a que foi submetido o município de Candeias, historicamente, ‘a Previdência teria sido sempre lesada’. Os servidores descontam nos salários, mas nas ex-gestões não teriam sido depositadas – o que, por si só, justificam órgãos de controle pelo montante, agora, estimado em R$ 7 milhões devidos.

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