NÍVEL DO RIO MADEIRA CONTINUA SUBINDO E JÁ ULTRAPASSA OS 15 METROS

Por Sara Cicera

O nível do rio Madeira ultrapassou os 15 metros em Porto Velho na manhã de ontem (4), de acordo com a Defesa Civil Municipal. Segundo o gerente de operações da Defesa Civil Municipal, Rogério Félix, o nível do rio chegou a 15,20 metros, mas a Defesa Civil só poderá decretar estado de alerta se o nível do rio continuar subindo e parar de oscilar. “Apesar de ter ultrapassado os 15 metros, o nível continua oscilando, ficando entre 14,90 e 15,20 metros. Estamos esperando o nível se estabilizar nos 15 metros para decretarmos estado de alerta”, informou.

Estado de alerta deverá ser decretado após o nível do rio se estabilizar nos 15 metros em Porto Velho.

Uma equipe da Defesa Civil trabalha diariamente para monitorar o nível do rio e as famílias que moram às margens do Madeira. No sábado (2), a Defesa Civil fez um monitoramento mais reforçado nas áreas de risco e regiões ribeirinhas. Até o momento apenas uma família saiu de casa em decorrência da aproximação da água. “Nós estamos mapeando aquelas famílias que moram nos bairros São Sebastião, Nacional, Triângulo entre outros. Todo dia uma equipe vai a campo para fazer a monitoração”, contou Rogério.

De acordo com o prognóstico divulgado pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), o nível do rio Madeira deve chegar até o mês de março em 17,30 metros. O Sipam prevê uma cheia de grandes proporções, mas não tem indicação de que será nas mesmas características da cheia histórica de 2014. Conforme informou o coordenador da Defesa Civil, Marcelo Santos, o Plano de Contingência já está pronto e as áreas de riscos e as áreas que serão impactadas já foram identificadas.

“O nível do rio Madeira terá a mínima de 17,30 metros e a máxima de 18 metros, de acordo com a previsão do Sipam, e isso realmente agora nos preocupa. Nós já sabemos as áreas que serão impactadas, como no bairro Nacional, São Sebastião e na estrada do Belmont”, disse o coordenador.

 

 

 

 

Fonte: 015 – Diario da Amazonia

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