Declarações de Rossieli causam estranheza a membros do governo

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Não soou bem a membros do governo, as declarações do secretário de Educação, Rossieli Soares da Silva ao programa de entretenimento CQC da Band, sobre a EscolaEstadual professor Waldock Fricke de Lyra, que recentemente foi militarizada em função do alto nível de violência na comunidade onde ela está instalada.

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Rossieli teria dito ao programa da Band, que não colocaria o seu filho para estudar em uma escola com esse modelo de educação, modelo militar, mesmo embora, admita que a mudança de método tenha sido discutida e aprovada pela comunidade e contribuído para reduzir a zero, os incidentes envolvendo alunos da comunidade e aumentado sensivelmente o aproveitamento escolar. Mesmo assim, o filho do secretário de educação não estudaria em uma escola como essa.

 

A estranha declaração do secretario Rossieli deixa dúvidas sobre a eficácia do projeto piloto de educação implantado pelos militares PMs, no Amazonas, para garantir o direito ao aprendizado sem a interferência de elementos externos, nocivos à educação de base.

 

O secretário descartou a disciplina, a organização, a segurança, o ensino qualificadocom correção e respeito aos direitos familiares e comunitários, para justificar que falta o lado humano, falta o complemento da cultura, mas também não explicou o que seriam esses aditivos. “É preciso ir em outra direção, a outro nível”, recorta.

 

Desfazendo em parte o que tinha falado, Rossieli afirma que as crianças da Escola Estadual Professor Waldock Fricke de Lyra estão tendo um grande resultado. Os pais e as mães querem que ela, a Escola, continue como está agora, e disse que a disciplina é fundamental.

 

O modelo militar de escola com princípios e disciplina de caserna foi inserido em uma comunidade com índice de criminalidade muito alto e, que foi revertido. “Então a comunidade olha para isso e aprova”, disse um militar entrevistado pelo programa.

 

O modelo é aprovado fora do Amazonas

Teve boa repercussão o modelo militar de uma unidade educacional, que agora está sob a direção de policiais militares. Marcello Oliveira Christovão D’Pinho, de São Paulo, disse que viu a reportagem sobre o que os militares fizeram nesta escola. “Como professor, músico e cidadão deste País, eu me emociono e tenho orgulho deste trabalho que é exemplo para todos os estados e principalmente a esse políticos “*” e corruptos. Parabéns a todos os alunos, corpo docente e ao Coronel. Graças a Deus meus heróis não morreram de overdose, estão em pé e envergando a farda com muita honra. Parabéns a todos pelo exemplo de Brasilidade”.

 

Ademir Garces, de Minas Gerais, diz: “Dá para sentir que a educação no Brasil tem recurso. Meus dois filhos estudaram em escola militar aqui em Minas GeraisG. Hoje são adultos e me enchem de orgulho, tanto no tratamento respeitoso com as pessoas, como na vida profissional”.

 

Sergio Freitas diz que “Está de parabéns a Polícia Militar do Amazonas, que teve abrilhante iniciativa de assumir o controle de algumas escolas estaduais. Se entendemos que a educação é formadora de bons cidadãos, nada como a escola para ensinar a crianças os princípios básicos”.

Iguais a eles, vários outros cidadãos pais de família elogiaram o modelo que resolveu dois problemas de uma só vez em um bairro violento da capital: a qualidade duvidosa do ensino na maior escola pública dentro de uma comunidade, na zona oeste e a violência praticada por jovens estudantes.

Por George Curcio

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