Com coragem e austeridade, José Melo passa por cima de interesses pequenos para manter serviços essenciais funcionando


Diante da gigantesca crise vivida pela economia brasileira e amazonense, o governador José Melo (Pros) vem fazendo seguidos ajustes no tamanho da máquina do estado.

Cargos e órgãos públicos foram extintos, programas cancelados e investimentos reduzidos. Desde que assumiu o governo do Amazonas, após a renúncia de Omar Aziz, a receita líquida vem despencando em razão da péssima gestão do governo petista aliada aos escândalos de corrupção que se sucedem dia após dia.

Não bastassem as dificuldades orçamentárias e financeiras, José Melo ainda tem que ocupar parte do seu tempo na orientação dos seus advogados diante da ameaça permanente do senador Eduardo Braga (PMDB), derrotado nas urnas, que insiste em assumir o governo no tapetão através da Justiça Eleitoral.

O governador tem sido corajoso e tem contrariado interesses de correligionários e aliados. Sua preocupação é com o funcionamento dos serviços essenciais, pagamento da dívida deixada pelos seus antecessores e manutenção do pagamento dos servidores, fornecedores e aposentados.

Tem enfrentado a fúria dos empreiteiros acostumados com a bonança e ganhos sem limites. Segmentos empresariais e de serviços ligados a parlamentares da base de apoio têm lhe tirado o sono.

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Mantendo a linha de coragem e austeridade para preservar o funcionamento da máquina pública, retirou o patrocínio milionário que o governo emprestava ao festival folclórico de Parintins, e recebeu o aplauso dos homens e mulheres lúcidas do Amazonas.

Mesmo compreendendo que a festa anual guarda uma significativa importância para o turismo e cultura do município e do estado, colocou a saúde e a cidadania dos menos favorecidos acima dos festejos.

Poupou quase vinte milhões de reais e a festa vai ocorrer, com menos entusiasmo por parte dos dirigentes das agremiações ávidos e acostumados com ao ganhos fabulosos vindos do bolso do contribuinte.

A sociedade amazonense apoia a iniciativa de José Melo e espera que o importante festival de Parintins, que já enriqueceu muita gente, volte às suas origens e respeite a tradição e a memória do seus criadores.

Antonio Zacarias


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