Adjuto Afonso defende permanência do “Eduardinho”

Em pronunciamento na primeira Sessão Plenária após o recesso, o deputado estadual Adjuto Afonso (PDT) reforçou o discurso de outros colegas parlamentares que são contra a desativação do aeroporto “Eduardinho”, a partir desta terça-feira (1), por determinação da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). O parlamentar também denunciou o crescimento da pirataria nos rios da Amazônia, que vem causando um prejuízo anual de R$ 100 milhões ao setor de navegação da região.

“O prazo que a Infraero tinha dado aos permissionários seria até hoje. Ontem fomos informados de que eles estão chamando para uma reunião. É hora desta Casa enviar Requerimento e também uma correspondência à Infraero para que venha aqui dizer porque o “Eduardinho” está sendo fechado, tendo em vista, que houve ali um grande investimento e que certamente atende ao interior do Estado. Nós apelamos também à nossa bancada federal através de Requerimento, para que possam tomar providências em relação a isso. Eu quero me somar ao discurso de outros colegas que já se pronunciaram em defesa da permanência desse aeroporto importante para a nossa região”, disse o parlamentar.

 

Pirataria em rios da Amazônia

 

O parlamentar também repercutiu a informação veiculada na mídia nacional e local sobre o crescimento da pirataria em rios da Amazônia. De acordo com as reportagens, as empresas estão tendo um prejuízo de R$ 100 milhões por ano em função desse crime.

“Todos os armadores estão cada vez mais preocupados. Pra nós aqui o transporte de mercadorias é via fluvial. O combustível sai daqui da refinaria e vai para o estado de Rondônia, do Acre, via Porto Velho, e tem esse prejuízo que as empresas estão tendo anualmente. É preciso que o governo urgentemente crie uma força tarefa e que seja instalada na região do rio Madeira, que é o rio que tem hoje maior transporte de cargas, para tentar coibir esse crime”, disse Adjuto Afonso.

Segundo a Federação Nacional das Empresas de Navegação Aquaviária (Fenavega) e o Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Estado do Amazonas (Sindarma), cerca de 70% dos assaltos às embarcações está relacionado aos combustíveis.

 

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