Após TJAM negar Habeas Corpus, Alejandro permanecerá preso

Após TJAM negar Habeas Corpus, defesa de Alejandro planeja pedido ao STJ FOTO: JUNIO MATOS/FREELANCER

Depois de a Justiça do Amazonas ter negado na quarta-feira (23), o pedido de Habeas Corpus em favor de Alejandro Valeiko, filho da primeira dama do município Elizabeth Valeiko, a defesa do suspeito já está elaborando um novo pedido pela sua liberdade que, desta vez será apresentado no Superior Tribunal de Justiça (STJ)  conforme informou o advogado Felix Valois.

De acordo com Valois o novo HC de Alejandro já está sendo elaborado com a devida calma para que não aconteçam erros e que Alejandro em breve seja colocado em liberdade. De acordo com ele, a prisão de uma pessoa só deve ser mantida quando for necessária e indispensável para as investigações.

“No caso de Alejandro mão há mais motivos para mantê-lo preso. Ele não está fazendo nada, já foi ouvido e a liberdade dele não vai comprometer em nada as investigações”, disse.  A decisão de manter Alejandro atrás das grades é do desembargador José Hamilton que discorda da justificativa da defesa de Alejandro de que o caso já está resolvido. Para o desembargador as investigações ainda não terminaram.

O filho da primeira dama está preso provisoriamente desde o início deste mês como suspeito de ter envolvimento na morte do engenheiro Flávio Rodrigues dos Santos, de 41 anos. Além dele estão presos suspeitos pelo mesmo crime José Edvandro Martins de Souza Junior, Vittorio Del Gatto, o sargento Elizeu Paz, o lutador de MMA Mayc Parede e Elielton Magno de Menezes Júnior.

No último dia 17, a juíza Ana Paula de Medeiros Braga já havia indeferido o requerimento de relaxamento ou revogação da prisão de Alejandro, de José Edvandro e Vittorio Del Gatto.

O homicídio do engenheiro Flávio Rodrigues dos Santos ocorreu na noite do dia 29 de setembro após uma festa na casa do enteado do prefeito de Manaus, Alejandro Molina Valeiko, no condomínio Passaredo, bairro Tarumã. O corpo da vítima foi encontrado no dia seguinte no bairro Tarumã, na Zona Oeste de Manaus, e apresentava várias perfurações de faca, ao todo seis.

 

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